INTECEPTOR OCEÂNICO DE SANTOS Por VINICIUS HOLANDA
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19/01/09
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A expressão varrer a sujeira para baixo do tapete pode ter um sentido saudável - pelo menos quando o assunto em questão é o saneamento básico de uma cidade. Oculta sob ruas, calçadas e a areia da praia, a rede coletora de esgotos de Santos passa despercebida por moradores e turistas. Construído há cerca de 30 anos, o interceptor oceânico da Sabesp - parte essencial desse sistema - atualmente passa por obras, de manutenção, as primeiras desde que foi inaugurado. Durante a madrugada, quem passa pela Rua Newton Prado, no José Menino, não imagina que a seis metros abaixo do asfalto há homens trabalhando.
O trecho em obras possui 40 metros. O serviço começou em agosto e tem previsão de finalização até o dia 31. "Esgoto é como feira: todo mundo usa, mas ninguém quer em frente de casa", brinca o encarregado das estações elevatórias da Estação de Pré-Condicionamento de Esgotos (EPC) da Sabesp, José Luiz de Oliveira. No local, próximo ao Orquidário, é realizado o processo de tratamento de todo esgoto coletado em Santos e na área insular de São Vicente.
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